Bem vindos
Sejão bem vindos e curtão bem o meu blog.
Encontramos aqui só o que realmente querem achar se quiserem criticar ou ofender peço que saim do meu blog imediatamente.
Castelo Sombrio
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
Pássaro de Fogo
Paula Fernandes
Composição: Paula Fernandes
Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer
Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido
Minh'alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo
Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim...
Tão longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalga em meu corpo
Oh minha eterna paixão...
Imbranato
Tiziano Ferro
Composição: Tiziano Ferro
È iniziato tutto per un tuo capriccio
Io non mi fidavo, era solo sesso.
Ma il sesso è un'attitudine
Come il'arte in genere
E forse l'ho capito e sono qui
Scusa sai se provo a insistere
Divento insopportabile, io sono
Ma ti amo, ti amo, ti amo
Ci risiamo. va bene, è antico, ma ti amo
Scusa se ti amo e se ci conosciamo
Da due mesi o poco più
Scusa se non parlo piano
Ma se non urlo muoio
Non so se sai che ti amo.
Scusami se rido, dall'imbarazzo cedo
Ti guardo fisso e tremo
All'idea di averti accanto
E sentirmi tuo soltanto
E sono qui che parlo emozionato
E sono un imbranato!
Ciao..come stai? Domanda inutile!
Ma a me l'amore mi rende prevedibile
Parlo poco, lo so, è strano, guido piano
Sarà il vento, sarà il tempo, sarà fuoco
Scusa se ti amo e se ci conosciamo
Da due mesi o poco più
Scusa se non parlo piano
Ma se non urlo muoio
Non so se sai che ti amo..
Scusami se rido, dall'imbarazzo cedo
Ti guardo fisso e tremo
All'idea di averti accanto
E sentirmi tuo soltanto
E sono qui che parlo emozionato
E sono un imbranato!
E sono un imbranato!
Io, si.
Ah! ma ti amo.
Corazón Partío
Alejandro Sanz
Composição: Alejandro Sanz
Tiritas pa este corazón partío (tirititando de frio)
Tiritas pa este corazón partío, (pa este corazón)
Ya lo ves, que no hay dos sin tres,
Que la vida va y viene y que no se detiene...
Y, qué sé yo
Pero miénteme aunque sea dime que algo queda
Entre nosotros dos, que en tu habitación
Nunca sale el sol, no existe el tiempo ni el dolor
Llévame si quieres a perder, a ningún destino, sin ningún por qué
Ya lo sé, que corazón que no ve,
Es corazón que no siente,
El corazón que te miente amor.
Pero, sabes que en lo más profundo de mi alma,
Sigue aquel dolor por creer en ti,
¿qué fue de la ilusión y de lo bello que es vivir?
Para qué me curaste cuando estaba herido,
Si hoy me dejas de nuevo con el corazón partío?
¿quién me va a entregar sus emociones?
¿quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿quién me tapará esta noche si hace frío?
¿quién me va a curar el corazón partío?
¿quién llenará de primaveras este enero,
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime, si tú te vas, dime cariño mío,
¿quién me va a curar el corazón partío?
Tiritas pa este corazón partío. (pa este corazón partio)
Tiritas pa este corazón partío. (pa este corazón)
Dar solamente aquello que te sobra,
Nunca fue compartir, sino dar limosna, amor
Si no lo sabes tú, te lo digo yo
Después de la tormenta siempre llega la calma,
Pero, sé que después de ti,
Después de ti no hay nada
Para qué me curaste cuando estaba herido,
Si hoy me dejas de nuevo con el corazón partío?
¿quién me va a entregar sus emociones?
¿quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿quién me tapará esta noche si hace frío?
¿quién me va a curar el corazón partío?
¿quién llenará de primaveras este enero,
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime, si tú te vas, dime cariño mío,
¿quién me va a curar el corazón partío?
¿quién me va a entregar...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Poema dos signos

*ÁRIES*
(de 21 de março a 20 de abril)
Branca, preta ou amarela
A ariana zela.
Tem caráter dominador
Mas pode ser convencida
E aí, então, fica uma flor:
Cordata... E nada convencida.
Porque o seu denominador
É o amor.
Vinícius de Moraes
*TOURO*
(de 21 de abril a 20 de maio)
O que é que brilha sem
Ser ouro? - A mulher de touro!
É a companheira perfeita
Quando levanta ou quando deita.
Mas é mulher exclusivista
Se não tem tudo faz a pista.
Depois que dona de casa...
E a noite ainda manda brasa.
Sua virtude: a paciência
Seu dia bom: a sexta-feira
Sua cor propícia: o verde
As flores dos seus pendores:
Rosa, flor de macieira.
Vinícius de Moraes
*GÊMEOS*
(de 21 de maio a 20 de junho)
A mulher de gêmeos
Não sabe o que quer
Mas tirante isso
É uma boa mulher.
A mulher de gêmeos
Não sabe o que diz
Mas tirante isso
Faz o homem feliz.
A mulher de gêmeos
Não sabe o que faz
Mas por isso mesmo
É boa demais...
Vinícius de Moraes
*CÂNCER*
(de 21 de junho a 21 de julho)
Você nunca avance
Em uma mulher de câncer.
Seu planeta é a lua
E a lua, é sabido,
Só vive na sua.
É muito apegada
E quando pegada
Pega da pesada.
É a mulher que ama
Com muito saber
No tocante à cama
Não sei lhe dizer...
Vinícius de Moraes
*LEÃO*
(de 22 de julho a 22 de agosto)
A mulher de leão
Brilha na escuridão.
A mulher de leão, mesmo sem fome
Pega, mata e come.
A mulher de leão não tem perdão.
As mulheres de leão
Leoas são.
Poeta, operário, capitão
Cuidado com a mulher de leão!
São ciumentas e antagônicas
Solares e dominicais
Ígneas, áureas e sardônicas
E muito, muito liberais.
Vinícius de Moraes
*VIRGEM*
(de 23 de agosto a 22 de setembro)
Se Florence Nightingale era Virgem
Não sei... Mas o mal é de origem.
A mulher de virgem aceita a amante
Isto é: desde que não a suplante.
Sexo de consumo, pães-de-minuto
Nada disso lhe há de faltar
O condomínio é absoluto
A virgem é mulher do lar.
Opala, safira, turquesa
São suas pedras astrais
Na cuca muita esperteza
Na existência muita paz.
Vinícius de Moraes
*LIBRA*
(de 23 de setembro a 22 de (outubro)
A mulher de libra
Não tem muita fibra
Mas vibra.
Quer ver uma libriana contente?
Dê-lhe um presente.
Quando o marido a trai
A mulher de libra
balanças, mas não cai.
Se você a paparica
Ela fica.
Com librium ou sem librium
Salve, venusina
Que guarda o equilíbrio
Na corda mais fina.
Vinícius de Moraes
*ESCORPIÃO*
(de 23 de outubro a 21 de novembro)
Mulher de escorpião
Comigo não!
É Abelha Mestra
É a Viúva Negra
Só vai de vedete
Nunca de extra.
Cria o chamado conflito
de personalidades.
É mãe tirana
Mulher tirana
Irmã tirana
Filha tirana
Neta tirana
tirana tirana.
Agora, de cama diz
que é boa paca.
Vinícius de Moraes
*SAGITÁRIO*
(de 22 de novembro a 21 de dezembro)
As mulheres sagitarianas
São abnegadas e bacanas
Mas não lhe venham com grossuras
Nem injustiças ou censuras
Porque ela custa mas se esquenta
E pode ser muito violenta.
Aí, o homem que se cuide...
- Também, quem gosta de censura!
Vinícius de Moraes
*CAPRICÓRNIO*
(de 22 de dezembro a 20 de janeiro)
A capricorniana é capricornial
Como a cabra de João Cabral.
Eu amo a mulher de capricórnio
Por que ela nunca lhe põe os próprios.
A caprina é tão ciumenta
Que até o ciúmes ela inventa.
Mulher fiel está aí: é cabra
Só que com muito abracadabra.
Suas flores: a papoula e o cânhamo
De onde vem o ópio e a maconha
Ela é uma curtição medonha
Por isso nos capricorniamos.
Vinícius de Moraes
*AQUÁRIO *
(de 21 de janeiro a 19 de fevereiro)
Se o que se quer é a boa esposa
A aquariana pousa.
Se o que se quer é uma outra coisa
A aquariana ousa.
Se o que se quer é muito amor
A aquariana
É a mulher macho sim senhor.
Porém não são possessivas
Nem procuram dominar
Ou são meigas e passivas
Ou botam para quebrar.
Vinícius de Moraes
*PEIXES*
(de 20 de fevereiro a 20 de março)
Mulher de Peixe... peixe é
Em águas paradas não dá pé
Porque desliza como a enguia
Sempre que entra numa fria.
Na superfície é sinhazinha
E festiva como a sardinha
Mas quando fisga um namorado
Ele está frito, escabechado.
É uma mulher tão envolvente
Que na questão do Paraíso
Há quem suspeite seriamente
Que ela era a mulher e a serpente.
Seu Id: aparentar juízo
Seu Ego: a omissão, o orgulho
Sua pedra astral: a ametista
Seu bem: nunca ser bagulho
Sua cor: o amarelo brilhante
Seu fim: dar sempre na vista.
Vinícius de Moraes
Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Vinícius de Moraes
Soneto do Amigo
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinicius de Moraes
Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.

MAGOS são seres humanos com poderes mágicos. Geralmente correm perigo de vida ao nascer.
Quando adultos, parecem sempre muito estranhos às pessoas normais, pois nem tudo o que dizem é fácil de compreender.
Há magos em lendas de diferentes países, mas sem dúvida o mais famoso de todos os tempos é Merlim. Onde nasceu Merlim?
Ninguém sabe ao certo. Sua vida é repleta de mistérios. Contam certas histórias que sua mãe era uma sobrevivente da Atlântida, o continente desaparecido.
Uma mulher belíssima conhecedora de segredos de magia, apaixonada por um jovem também muito especial chamado Taliesien.
Na língua inglesa, Merlim é o nome de um falcão. Segundo a lenda, seus pais o chamaram assim para que ele sempre fosse livre, rápido e astuto como esse pássaro.
Dizem que ele tinha poderes fantásticos desde bem menino.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Dragoes e suas magias

Dragões Cromáticos:
Dragão Vermelho
Anatomia
Dragões Vermelhos são maiores, mais fortes e mais amedrontadores que todos os outros Dragões. Possuem seus corpos com o plano geral dos outros Dragões: seis membros locomotores, sendo duas asas e quatro patas, pescoço levemente alongado e uma cauda comprida. Suas presas, chifres, garras e outros adornos são dispostos nos locais mais adequados ao combate, sendo negros como fuligem. Ao nascerem, suas escamas são relativamente finas e de um vermelho-claro, ficando mais espessas e rígidas com o passar dos anos.
Capacidades Especiais
Podem respirar sob a lava ou fogo.
Hálito
Dragões Vermelhos tem o Sopro de Fogo, este consiste em um jato de fogo. Partindo da boca do Dragão, segue em um cone de fogo e fuligem, deixando apenas destruição por onde passa. Sua potência já é considerável desde o nascimento, apenas se consolidando com o passar dos anos.
Comportamento
Se os Dragões são orgulhosos por natureza, os Dragões Vermelhos são os mais orgulhosos de todos. Se os Dragões Cromáticos são terríveis por natureza, os Dragões Vermelhos são os mais terríveis de todos. Se os Dragões Cromáticos são ferinos por natureza, os Dragões Vermelhos são os mais ferinos de todos.
Dragões Vermelhos agem como bem entendem, procurando apenas saciar seus impulsos, atender suas vontades, massagear seu ego e preservar seu bem-estar.
Habitat
Dragões Vermelhos habitam preferencialmente vulcões, tomando quilômetros de raio ao redor destes como seu território.
Dieta
Dragões Vermelhos são caçadores ávidos, se alimentando de qualquer coisa que fuja de sua presença.
Inimizades
Dragões Vermelhos e pégasus são inimigos naturais, travando combates mortais sempre que se encontram. Não é incomum o fato de um Vermelho ser abatido por uma nuvem de pégasus.
Dragões Vermelhos são incrivelmente territorialistas, gerando conflitos com qualquer um que invada seus vastos territórios. Por muitas vezes, põe cidades vizinhas a este sob seu domínio, exigindo tributos ou sacrifícios apenas para assegurar sua supremacia frente aos seres dominados e sua soberania no território.
Afinidade
Dragões Vermelhos podem permanecer submersos em lava durante algumas horas. Quando o fazem, suas escamas ficam incandescentes, o que torna qualquer combate corpo a corpo praticamente impossível de ser travado. Neste estado, a proximidade do Dragão já pode queimar, o toque é causticante e o simples fato de olhar para ele já se torna difícil.
O Dragão Vermelho também pode consumir uma "abocanhada" de lava. Uma vez que tenha feito isso, pode utilizar seu sopro de maneira diferente: cuspir uma bola de lava incandescente que explodirá ao atingir um alvo, gerando grande destruição no raio da explosão. Esta bola de lava é propelida em grande velocidade e tem um alcance maior que o sopro convencional.
Magia
Dragões Vermelhos crêem que seus corpos provêm tudo o que precisam para sobreviver, apenas recorrendo à magia em casos extremos. Quando o fazem, utilizam apenas o Direito dos Dragões.
Possuem o Direito parcial sobre as Trevas, além do Direito total sobre o Fogo e sobre a Terra.
Dragão Azul
Anatomia
Os Dragões Azuis possuem uma musculatura potente em relação ao corpo relativamente esguio que tem, talvez devido à locomoção pela areia. Possuem seus corpos com o plano geral dos outros Dragões: seis membros locomotores, sendo duas asas e quatro patas, pescoço levemente alongado e uma cauda comprida. Suas presas, chifres, garras e outros adornos bem como suas escamas estão constantemente crescendo para compensar o desgaste feito pelo atrito com a areia. Este mesmo atrito mantém as escamas polidas, exibindo um azul brilhante.
Hálito
Dragões Azuis tem o Sopro Elétrico, este consiste em uma nuvem de gás que conduz a eletricidade do interior dos pulmões do Dragão até o ponto onde se estende. Nos filhotes a potência deste sopro já se faz capaz de atordoar ou até mesmo paralisar inimigos, a depender de seu tamanho. Nas idades mais avançadas, os efeitos do sopro são catastróficos.
Capacidades especiais
Podem farejar água em um raio de 20 quilômetros. Também podem se locomover sob a areia como se estivessem nadando.
Comportamento
O orgulho de um Azul se baseia naquilo que ele pode prover (ou privar) àqueles que o cercam. Sabem defender seus territórios com maestria, tendo a plena noção do valor daquilo que possuem. Ter o maior número de criaturas precisando de seu aval para poder sobreviver é o sonho de todo Dragão Azul.
Habitat
Dragões Azuis Vivem em desertos, dominando um ou mais oásis dentro da área que considera seu território.
Dieta
Dragões Azuis são, como a maioria das criaturas do deserto, oportunistas no tocante ao alimento, usufruindo tudo o que puderem dispor no momento. No entanto, a sua posição de controle raramente faz com que tenham que passar por dificuldades para se alimentar.
Inimizades
Dragões Azuis possuem pouca ou nenhuma oposição no deserto. Seu hábito dominador e chantagista gera alguns inimigos devido à concorrência com outros mercadores do deserto que se recusem a trabalhar para o Dragão.
Poderes
Soberanos do Deserto, os Dragões Azuis podem se locomover através da areia, acumulando uma enorme quantidade de eletricidade estática em suas escamas. Ao sair da areia, o Dragão passará a emitir descargas elétricas aleatórias em qualquer coisa que esteja em até uma determinada distância.
Magia
Dragões Azuis crêem que seus corpos provêm tudo o que precisam para sobreviver, apenas recorrendo à magia em casos extremos. Quando o fazem, utilizam o Direito dos Dragões, além de alguns pergaminhos mágicos que possam ter adquirido como preço para utilizar seus oásis.
Possuem o Direito parcial sobre a Terra, além do Direito total sobre o Ar e sobre a Água.
Dragão Negro
Anatomia
Os Dragões Negros possuem uma aparência aterradora, combinando um corpo esguio a uma série de características intimidantes como escamas pontiagudas, olhos avermelhados ou amarelados, dentes terrivelmente expostos, entre muitas outras. Possuem seus corpos com o plano geral dos outros Dragões: seis membros locomotores, sendo duas asas e quatro patas, pescoço levemente alongado e uma cauda comprida. Suas presas, chifres, garras e outros adornos possuem uma cor acinzentada. Suas escamas são totalmente negras na parte superior. O couro por debaixo das escamas é marrom, e confere ao corpo do Dragão uma nuance desta cor quando eriçadas.A constituição das asas também confere uma vantagem sob a água, podendo serem utilizadas para propulsão dispondo de relativamente pouco espaço.
Hálito
Dragões Negros tem o Sopro Ácido, este consiste em um vapor corrosivo, que parte da boca do dragão como um cone, levando aquilo que toque à ruína. Nos filhotes o sopro consiste em um jato líquido, podendo ser lançado sobre apenas um único alvo. Com o desenvolvimento do Dragão, o hálito passa a ser disperso em uma área maior, sem perder em nada seu poder corrosivo.
Capacidades especiais
Podem prender a respiração por dias, inclusive enquanto dormem.
Comportamento
Dragões Negros vivem para impor o medo aos que os cercam. Emboscadas e outras estratégias ardilosas são as formas que estes Dragões usam para aterrorizar suas vítimas, facilitadas pelo escrutínio obsessivo do território que habitam. O medo nos olhos de uma criatura é o combustível para a chama negra de seu orgulho.
Habitat
Dragões Negros vivem em grandes pântanos, escolhendo os lugares mais ocultos como uma série de pequenos covis.
Dieta
Dragões Negros se alimentam de carne em decomposição. No entanto, costumeiramente consomem os membros apodrecidos de suas vítimas ainda vivas. Por muitas vezes, os membros são arrancados e deixados próximos a vítima para que ela os veja apodrecer. Também é comum que seja provocado o apodrecimento de partes das vítimas enquanto ainda estão presos ao corpo, através de ferimentos em locais específicos que cortem o fluxo sanguíneo ou através de constrição do local.
Inimizades
Dragões Negros são odiados por todas as criaturas que conhecem sua existência. Mesmo outros Dragões podem preferir se manter longe das maquinações de um Negro.
Afinidade
Caso disponham de um pouco de tempo, Dragões Negros podem se camuflar e desaparecer em qualquer local de um pântano. A maioria das criaturas surpreendidas por uma emboscada desse tipo perde o controle de seus atos por bastante tempo, tendo as reações mais adversas vindas de tal descontrole.
Magia
Dragões Negros crêem que seus corpos provêm tudo o que precisam para sobreviver, apenas recorrendo à magia em casos extremos. Quando o fazem, utilizam apenas o Direito dos Dragões.
Possuem o Direito parcial sobre a Terra, a Água e o Ar e as Trevas.
Tipos de dragoes

Quatro Tipos de Dragões II
Dragão da Floresta
Os dragões da floresta viviam em matas densas e bambuzais. Eles mantiveram a forma corporal longa e sinuosa dos seus ancestrais aquáticos, uma adaptação útil para atravessar com rapidez a vegetação quase impenetrável da floresta. Conseguiram também reter a capacidade de nadar e, em épocas de muito calor, ou escapando de perigos como os incêndios nas florestas, eles tinham a alternativa de voltar aos rios.
As asas dos dragões da floresta eram curtas e incapazes de voar. Entretanto, estes dragões eram capazes de saltos extraordinários, curvando seus corpos em forma de uma espécie de aerofólio, conseguindo um “impulso” extra das pequenas asas e reduzindo seu peso graças às vesículas de vôo cheias de hidrogênio, como as dos dragões pré-históricos.
Alguns descendentes dos dragões da floresta saíram das matas em busca de alimentos em terrenos abertos, resultando nos magníficos dragões que habitaram a China e o Sudeste da Ásia, além de outras subespécies isoladas que viveram nas ilhas japonesas.
Dragão da Montanha
O dragão da montanha é assim denominado porque durante o período medieval viveu restrito principalmente às montanhas e a outros habitats remotos. O nome, entretanto, é um pouco inapropriado, pois antes de sofrer a pressão da agricultura e do crescimento da população humana, a espécie vivia muito mais espalhada nas florestas das planícies e não ficava restrita às montanhas.
Como todos os dragões do período pós-Cretáceo, os dragões da montanha tinham seis membros: um par de asas, além dos dois pares de pernas, resultado de uma vantajosa mutação que ocorreu após a extinção do dragão pré-histórico de duas pernas e duas asas.
O corpo do dragão da montanha era relativamente curto, se comparado ao do dragão marinho. Um corpo compacto era essencial para voar, pois uma coluna vertebral longa e flexível é uma desvantagem para o vôo. A cauda era tão longa quanto o corpo, com uma estrutura em forma de ponta de flecha e afiada como uma lâmina, que servia como arma defensiva. Um golpe lateral da cauda de um dragão poderia decepar o braço de um homem.
tipos de dragoes 2

Quatro Tipos de Dragões
Em DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE, os dragões retirados dos mitos e lendas são agrupados em quatro categorias:
Dragão Pré-histórico
Os dragões do período cretáceo foram os maiores animais voadores que já existiram. O dragão pré-histórico é descendente do grupo de dragões aquáticos ou semi-aquáticos que ocupou os pântanos costeiros há mais ou menos 200 milhões de anos, no final do período Triássico, e que deu origem a espécies marítimas e terrestres. As espécies terrestres eram inicialmente quadrúpedes e corriam sobre as quatro patas sem poder voar ou cuspir fogo. Uma dessas espécies desenvolveu a habilidade de correr sobre as pernas traseiras. Como as pernas dianteiras deixaram de ser usadas para se manter de pé ou correr, continuaram evoluindo, transformando-se eventualmente em asas e tornando o vôo possível. Este processo é quase exatamente igual ao da evolução do vôo dos pássaros, descendentes de um pequeno dinossauro bípede.
Em determinado momento - e não existem provas fósseis desta teoria -, os dragões teriam hospedado no intestino uma bactéria ativa capaz de produzir hidrogênio. Isto permitiria que, apesar do seu tamanho, os dragões não sofressem as mesmas restrições de vôo dos pássaros e morcegos, e chegassem a ser os maiores animais voadores da história, desafiando um dos maiores carnívoros daquela época, o Tiranossauro Rex. Além disso, os dragões teriam ingerido minerais inorgânicos, tais como platina, provocando a ignição catalítica do hidrogênio produzido nos intestinos. Esta potente arma, o fôlego de fogo, completou o arsenal do dragão. Começava então, o reinado do dragão pré-histórico.
Dragão Marinho
Algumas das primeiras espécies de dragões eram aquáticas ou semi-aquáticas e vasculhavam os pântanos e as costas litorâneas, vivendo, na verdade, de maneira muito semelhante aos crocodilos modernos. Quando há cerca de 65 milhões de anos, uma explosão cataclísmica provocou a extinção em massa dos seres vivos, estes dragões aquáticos sobreviveram. Uma eventual mutação dotou estes dragões com um terceiro par de membros, suplementares aos outros dois, e fez desta nova espécie a única classe de vertebrados de seis pernas.
Alguns destes novos dragões recolonizaram a terra, tornando-se completamente terrestres. Seus membros suplementares evoluíram nas asas totalmente funcionais dos dragões voadores. Outros permaneceram aquáticos, especializando-se mais e mais em recursos alimentares marinhos, como os crustáceos, peixes e tartarugas, animais que conseguiam pegar nas águas rasas do litoral. Com o passar do tempo, eles evoluíram adaptando-se a uma vida plenamente aquática e suas asas rudimentares transformaram-se em barbatanas.
Os peixes ficavam presos na boca dos dragões, cada vez maior e mais longa, e armada com um grande número de dentes afiados que podiam segurar as presas escorregadias. Asas, é claro, eram obstáculos e inúteis na água, e, com o tempo, diminuíram e desapareceram. O exemplo mais famoso de dragão marinho talvez seja o Monstro do Lago Ness.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Como levitar
1. Isole-se num local acolhedor e isolado. Prefira salas ou quartos arejados e com pouco mobiliário.
2. Mantenha-se de pé no centro da divisão e oriente-se para Es-nordeste. Tenha a liberdade de puder variar até 1 grau na orientação.
3. Concentre-se e foque a sua respiração no diafragma. Inspire e expire q.b.
4. Se estiver correctamente orientado as suas orelhas deverão estar viradas exactamente para Nor-Noroeste e Sul-Sudeste. Saberá que o alinhamento é o correcto quando não conseguir ouvir o canto das sereias. Este silêncio místico é em algumas pessoas acompanhado pela vibração a 234Hz dos lóbulos.
5. Continue concentrado e respirando q.b.
6. Lentamente flexione o joelho esquerdo para trás e suba a perna até cerca de metade do ângulo permitido pela articulação.
7. Aguarde cerca de 10 segundos, concentrando todo o seu pensamento só e apenas no joelho direito. Evite respirar durante este período.
8. Flexione o joelho direito até a perna correspondente emparelhar com a esquerda. Este movimento de ascensão deverá ser efectuado de um modo decidido, mas não brusco.
9. Sucesso! Neste momento encontra-se a levitar. Nas primeiras tentativas apenas tente se manter levitante e imóvel. Em sessões posteriores poderá praticar movimentos simples de deslocação em levitação e muito brevemente poderá realizar acrobacias impossíveis em qualquer ponto da atmosfera.
exercicios
Exercício 2 - Escolha uma imagem e retenha-a em sua mente. Você pode optar por tê-la fisicamente presente e estudá-la antes, analisando cada detalhe - o modo como as sombras se formam - suas texturas - suas cores e até mesmo um odor. Pode escolher uma pequena forma tridimensional, como uma Pirâmide, ou ainda algo mais complexo como uma imagem de Afrodite surgindo dos mares ou uma maçã madura.
Após estudá-la atenciosamente, feche seus olhos e veja o objeto diante deles, como se estivessem abertos. Não olhe para o objeto novamente com seus olhos físicos mas sim com sua imaginação mágica, com seus poderes de visualização.
Quando puder manter essa imagem por mais de cinco minutos, prossiga.
Exercício 3 - Este é mais difícil e de natureza realmente mágica. Visualize algo, qualquer coisa, mas de preferência algo que você nunca tenha visto. Por exemplo: um legume de Júpiter. É roxo, quadrado, com um pé de largura, coberto de pêlos verdes, com cerca de 1 cm., e com pintinhas amarelas com cerca de 2 cm. Ok?
Este é, obviamente um exemplo.
Agora feche seus olhos e veja - realmente este legume em sua mente. Ele nunca existiu, você o está criando por meio de visualização, com sua imaginação mágica. Torne esse legume real. Vire-o em sua mente para que possa vê-lo de diversos ângulos, a seguir deixe que ele desapareça.
Quando puder sustentar qualquer imagem criada por cerca de cinco minutos, avance para o próximo exercício.
Exercício 4 - Este é o mais difícil. Mantenha uma imagem criada (como por exemplo o legume de Júpiter ) em sua mente, com os olhos abertos. Tente mantê-lo visível, real, palpável. Olhe fixamente para uma parede, olhe para o céu, ou contemple uma rua movimentada, mas veja o legume lá. Torne-o tão real que possa tocá-lo. Experimente-o sobre uma mesa ou sobre a grama debaixo de uma árvore.
Se nos dispusermos a utilizar a visualização para alterar o nosso mundo, e não apenas no nebuloso mundo que existe por detrás de nossas pálpebras, devemos praticar tais técnicas com os olhos abertos. O verdadeiro teste de visualização está em nossa capacidade de tornar o objeto ou estrutura visualizado real e parte de nosso mundo.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Agua sagrada
A água sagrada da lua cheia é um instrumento de consagração eficaz que tem várias utilidades e traz muitos benefícios. Uma ou duas gotas dessa água pode abençoar novos apetrechos mágicos, carregar objetos mágicos ou ser usada para purificar o praticante antes de um ritual. Você vai precisar de incenso, uma jarra com água, três pitadas de sal, uma folha de papel e uma caneta preta. Realize este ritual numa noite de lua cheia. Se quiser você pode começar lançando um círculo protetor. Coloque os ingredientes sobre o altar, acenda o incenso e encontre uma posição confortável. Coloque a jarra de água na sua frente e deixe o sal por perto. Comece colocando a mão aberta sobre a água e fechando os olhos. Visualize uma luz branca vindo da palma de sua mão e sendo transmitida para jarra em forma de vibrações positivas. Repita esta visualização enquanto coloca a mão sobre o sal. Em seguida pegue a folha de papel e desenhe um pentáculo no centro. Coloque a jarra sobre a imagem do pentáculo, e jogue 3 pitadas de sal cuidadosamente dentro da jarra com água. Forme uma imagem mental da lua cheia. Sinta a energia da Deusa no coração e na mente. Enquanto movimenta a mão sobre a jarra no sentido horário, repita: " Ó bela Deusa, rainha da noite, peço que envie a sua luz radiante e abençôe esta jarra de conteúdo transbordante". Por fim, eleve as mãos para o céu e diga: "Assim Seja". A água sagrada da lua cheia está pronta. Use-a em purificações externas ou para conferir poder. Em cada lua cheia jogue a água fora e prepare outra!
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Oração da mãe terra
Mãe nossa, cujo corpo é a Terra,
Santificado seja o teu ser.
Floresçam os teus jardins.
Seja feita a tua vontade, assim nas cidades como na
natureza.
Agradecemos a este Dia,
o alimento, o ar e a água.
Perdoa nossos pecados contra a Terra,
como nós perdoamos uns aos outros.
E não nos deixes ser extintos,
mas livra-nos da nossa insensatez.
Pois tua é a beleza e o Poder,
e toda a vida, do nascimento à morte,
Do princípio ao fim.
Amém. Assim Seja. Abençoada Sejas!
Dumiatis
Dumiatis
Ouça agora a palavra das Bruxas,
os segredos que na noite escondemos,
Quando a obscuridade era caminho e destino,
e que agora à luz nós trazemos.
Conhecendo a essência profunda,
dos mistérios da Água e do Fogo,
E da Terra e do Ar que circunda,
Manteve silêncio o nosso povo.
O eterno renascimento da Natureza,
a passagem do Inverno e da Primavera,
Compartilhamos com o Universo da vida,
que num Círculo Mágico se alegra.
Quatro vezes por ano somos vistas,
no retorno dos grandes Sabbats,
No antigo Halloween e em Beltane,
ou dançando em Imbolc e Lammas.
Dia e noite em tempo iguais vão estar,
ou o Sol bem mais perto ou longe de nós,
Quando, mais uma vez, Bruxas a festejar,
Ostara, Mabon, Litha ou Yule saudar.
Treze Luas de prata cada ano tem,
e treze são os Covens também,
Treze vezes dançar nos Esbaths com alegria,
para saudar a cada precioso ano e dia.
De um século à outro persiste o poder,
Que através das eras tem sido levado,
Transmitido sempre entre homem e mulher,
desde o princípio de todo o passado.
Quando o círculo mágico for desenhado,
do poder conferido a algum instrumento,
Seu compasso será a união entre os mundos,
na terra das sombras daquele momento.
O mundo comum não deve saber,
e o mundo do além também não dirá,
Que o maior dos Deuses se faz conhecer,
e a grande Magia ali se realizará.
Na Natureza, são dois os poderes,
com formas e forças sagradas,
Nesse templo, são dos os pilares,
que protegem e guardam a entrada.
E fazer o que queres será o desafio,
como amar a um amor que a ninguém vá magoar,
essa única regra seguimos à fio,
para a Magia dos antigos se manifestar.
Oito palavras o credo das Bruxas enseja:
sem prejudicar a ninguém, faça o que você deseja
Sei(música de Eliane Meira)
Senti uma forte emoção
Cada caminho que passo
Lembro de você
Sei que você não me ama
Por que nunca nunca m olhou
Só sei que te amo
Sinto um grande amor
Refrão
Sei...
Que nessa vida nunca te terei
Eu sei
Você é o único que amarei
Amor nunca me deixe aqui só
Lembre-se de mim
Sinto que terei um grande amor
Por você e por mim
Tenho saudades de você
Venha me ver
(bis)
Amor...
Será que você me ama
Por favor me diga que sim
Eu estou
Apaixonada por ti
